A ascensão das áreas de STEM é um motor central da economia digital global, exigindo competências técnicas avançadas para a sustentabilidade do desenvolvimento humano e tecnológico (Addressing the Gender Gap, 2024).
Contudo, a persistência de uma lacuna de gênero nestes campos limita o potencial inovador e a equidade social, manifestando-se desde a educação básica até a ascensão na carreira profissional (Gender-Inclusive Pedagogies, 2025).
No Brasil, a transição para uma economia baseada no conhecimento impõe a necessidade de compreender como os estereótipos de gênero moldam as trajetórias educacionais das mulheres em cursos técnicos e de engenharia (The Impact of Gender Stereotypes, 2024).
O presente artigo propõe uma análise crítica sobre os desenvolvimentos atuais da educação STEM, examinando os mecanismos que perpetuam a disparidade e as estratégias de mitigação necessárias para a inclusão plena.
A metodologia adotada fundamenta-se em uma revisão bibliográfica qualificada, integrando dados comparativos de organizações internacionais e estudos de caso sobre intervenções pedagógicas e de mentoria (Working to reduce the gender gap, 2022).
Por fim, o texto estrutura-se em torno da identificação de barreiras estruturais, avaliação de políticas públicas e proposição de diretrizes para fomentar um ambiente técnico mais inclusivo e diverso, alinhado com as demandas do século XXI.