Tensões entre Formação e Procura
A literatura aponta para uma divergência clara entre a oferta de formação baseada na escola e a aprendizagem em contexto de trabalho [1]. Enquanto as políticas europeias enfatizam a empregabilidade, a eficácia destas medidas em Portugal é condicionada pela configuração dos regimes de formação nacionais [3]. A evidência sugere que a adaptação à automação exige uma maior flexibilidade na oferta formativa, superando a dicotomia entre educação formal e necessidades específicas das empresas, um desafio central para a política pública atual [4].