A crescente prevalência de problemas de saúde mental entre adolescentes tornou-se um foco crítico de preocupação global e nacional. A integração de tecnologias digitais no cotidiano juvenil alterou profundamente as dinâmicas de socialização e desenvolvimento psicológico [1][4].
O problema reside na complexidade dos efeitos das mídias sociais sobre a autorregulação emocional e a formação da identidade. Estudos sugerem que o uso excessivo pode comprometer o bem-estar, exacerbando quadros de ansiedade e depressão em populações vulneráveis [4][8].
Este trabalho tem como objetivo analisar como as mídias sociais influenciam o bem-estar adolescente, utilizando a estrutura teórica NDeTeC para compreender as capacidades neurocognitivas envolvidas. Busca-se, ainda, contextualizar essa análise no cenário brasileiro, considerando suas particularidades socioculturais [8].
A metodologia empregada baseia-se em uma abordagem mista, integrando dados qualitativos e quantitativos para mapear as correlações entre o comportamento digital e a saúde psíquica. A pesquisa utiliza fontes acadêmicas recentes para garantir a precisão das evidências apresentadas [4][8].
Espera-se que os resultados contribuam para o debate sobre políticas públicas e estratégias de intervenção escolar e familiar. A compreensão dos mecanismos de risco e proteção é fundamental para promover ambientes digitais mais saudáveis para a juventude brasileira [3][6].
O documento está estruturado em capítulos que abrangem desde a fundamentação teórica até a análise prática. Inicialmente, explora-se a teoria do neurodesenvolvimento, seguida pela metodologia, pela análise do caso brasileiro e, finalmente, pelas recomendações voltadas à resiliência adolescente [3][8].