A desinformação digital consolidou-se como um dos maiores desafios contemporâneos, comprometendo a saúde pública e a estabilidade democrática ao corroer a confiança em fontes fidedignas [1].
Estudantes, inseridos em ecossistemas digitais de alta velocidade, encontram dificuldades crescentes em discernir conteúdos verídicos de manipulações, o que exige uma resposta institucional robusta e adaptativa.
O objetivo desta resenha é examinar as estratégias de letramento midiático desenvolvidas para mitigar a disseminação de desinformação, focando na intersecção entre tecnologia e educação crítica.
Para tal, a metodologia adotada baseia-se na análise crítica de fontes que exploram modelos de instrução e o papel das bibliotecas como centros de resiliência informativa [4].
Os resultados esperados indicam que o letramento midiático, quando associado ao suporte tecnológico, promove uma mudança mensurável na capacidade de verificação do estudante [1][3].
A estrutura desta análise compreende a fundamentação teórica, a metodologia aplicada, a análise das interações entre IA e letramento, e, por fim, as implicações práticas para a realidade brasileira.