Dinâmicas de Gestão e Adaptação
O debate sobre a sustentabilidade educacional revela um descompasso entre a intenção política e a execução administrativa. Enquanto os marcos teóricos apontam para a necessidade de adaptação, os mecanismos de incentivo interno, descritos em contextos de gestão de desempenho, frequentemente priorizam metas operacionais imediatas em detrimento de estratégias de longo prazo [1]. A comparação entre o cenário brasileiro e referências globais demonstra que a institucionalização da agenda climática carece de uma estrutura de suporte que alinhe os objetivos ambientais à prática cotidiana das instituições [3].