Ir para o conteúdo

Dengue e saneamento urbano integrado

A articulação entre saneamento básico e vigilância em saúde constitui o pilar determinante para o controle sustentável de arboviroses em centros urbanos. A carência de sistemas contínuos de drenagem pluvial, coleta regular de resíduos e abastecimento hídrico perpetua criadouros estruturais do vetor, limitando o alcance de intervenções biomédicas isoladas. O planejamento integrado e a governança intersetorial representam os caminhos essenciais para a mitigação duradoura dos riscos epidemiológicos associados ao ambiente construído.

Objetivo do trabalho

Avaliar como a integração do saneamento e manejo de águas pluviais impacta a mitigação da dengue nas cidades.

Metodologia

Revisão qualitativa sistemática e análise documental comparada de diretrizes de saúde e saneamento urbano.

Originalidade científica

Articulação teórica e aplicada entre o manejo de águas pluviais urbanas e a eficácia de programas de saúde pública.

Prévia do Documento

Esta é uma breve prévia. A versão completa inclui texto expandido para todas as seções, uma conclusão e uma bibliografia formatada.

Artigo Científico

DegreeType
Dengue e saneamento urbano integrado

Autor/a:

Group

Nome Completo

Orientador/a:

Prof. Dr./Dra. Nome

Cidade, 2026

Sumário

Resumo
Introdução
Fundamentos da Transmissão Vetorial e Vulnerabilidade Urbana
Metodologia de Revisão e Análise Documental
Infraestrutura de Saneamento Básico e Manejo de Águas Pluviais
Integração Intersetorial entre Saúde Pública e Gestão Urbana
Discussão: Desafios Institucionais e Eficácia das Medidas Integradas
Diretrizes Práticas para Políticas Públicas de Controle Vetorial
Considerações Finais
Referências

Introdução

A proliferação de arboviroses no tecido urbano contemporâneo expressa a complexa interdependência entre dinâmicas socioespaciais e deficiências em serviços essenciais de infraestrutura pública [2]. A dispersão contínua do vetor transmissor reflete limitações estruturais que extrapolam a capacidade de resposta estritamente biomédica, exigindo intervenções articuladas ao território [6].

Modelos convencionais focados no controle químico e emergencial mostram-se insuficientes para mitigar surtos sazonais recorrentes nas cidades [1]. A ausência de articulação regular entre abastecimento de água, drenagem de águas pluviais e gestão de resíduos sólidos perpetua micro-habitats favoráveis à reprodução vetorial [6].

Neste cenário, a análise integrada das políticas de saneamento ambiental constitui instrumento indispensável para redefinir as estratégias sanitárias [3]. O exame sistemático das interfaces entre infraestrutura urbana e saúde coletiva permite fundamentar modelos sustentáveis de prevenção de endemias em larga escala [2].

Discussão: Desafios Institucionais e Eficácia das Medidas Integradas

A análise crítica do panorama epidemiológico evidencia que o enfrentamento sustentável das arboviroses urbanas não pode depender exclusivamente de intervenções biomédicas pontuais ou de campanhas emergenciais de controle químico. A persistência de criadouros do mosquito vetor decorre diretamente de deficiências crônicas na infraestrutura habitacional e urbana, as quais impõem riscos sanitários contínuos a toda a população, independentemente do nível de desenvolvimento regional (2022). Constata-se que a ausência ou ineficiência dos sistemas de manejo de águas pluviais e do abastecimento hídrico constitui um componente estrutural decisivo para a proliferação vetorial, exigindo maior alinhamento institucional entre órgãos municipais de desenvolvimento, meio ambiente e saúde pública (2022). Paralelamente, a incorporação de inovações preventivas, como a vacinação, requer a manutenção articulada de estratégias ambientais e comunitárias, pois a percepção de proteção imunológica não elimina a necessidade de conter múltiplos agravos transmitidos pelo mesmo vetor (2023). A melhoria contínua da infraestrutura urbana e os esforços para engajar indivíduos e comunidades no controle vetorial representam condições indispensáveis para otimizar o impacto de futuras tecnologias vacinais e prevenir surtos simultâneos de outras arboviroses urbanas (2023). Portanto, a superação das barreiras estruturais depende da formulação de políticas públicas integradas que transcendam a atuação reativa do setor de saúde. A governança intersetorial deve consolidar o saneamento básico e a gestão territorial como prioridades permanentes de saúde coletiva, superando a fragmentação administrativa e assegurando a eficácia duradoura das medidas preventivas nos territórios urbanos vulneráveis.

Referências

  1. Acceptability of a hypothetical dengue vaccine and the potential impact of dengue vaccination on personal vector control behavior: a qualitative study in Fortaleza, Brazil
    Valerie K. Scott, Maria Suelly Nogueira Pinheiro, Marcia Maria Tavares Machado et al.
    Link DOI
  2. Public Policies for Health Promotion in Brazil: A Look at Dengue Control
    Daniela de Ulysséa Leal
    Link DOI
  3. The Influence of Environmental Sanitation and Community Behavior on Dengue Fever Incidence: A Case-Control Study in Siantar Utara District
    Deli Syaputri, Samuel Marganda
    Link DOI
  4. [A control program for an outbreak of the scorpion Tityus serrulatus, Lutz and Mello 1922 in the town of Aparecida, São Paulo state (Scorpiones, Buthidae)].
    E F Cruz, C R Yassuda, J Jim et al.
  5. Perception and Practices of Village Health Sanitation and Nutrition Committee (VHSNC) members prevention and control of Dengue
    Praveen Kulkarni, Sunil Kumar D, Hugara Siddalingappa et al.
  6. Aedes Aegypti-Insights on the Impact of Water Services.
    Carlos Novaes, Francisco Silva Pinto, Rui Cunha Marques

Bibliografia

Fontes VerificadasNormas de FormataçãoAlta OriginalidadeModelos Pro
Launch Offer -25%

Artigo Acadêmico

ABNT NBR 14724:2011 (Trabalhos acadêmicos)

R$ 54R$ 72
  • 8–20 páginas
  • Alta originalidade
  • Exportar para Word
  • Formatação correta
  • Visualização pública
    A visualização de outro autor não pode ser privada. Seu trabalho será privado e totalmente único.
  • Bibliografia (15+, ABNT NBR 14724:2011)
    +R$ 6
  • Adicionar fontes alternativas (Notícias, .gov, .edu)

Artigo Acadêmico

ABNT NBR 14724:2011 (Trabalhos acadêmicos)