A educação inclusiva constitui um pilar fundamental para a garantia de direitos humanos e a promoção da igualdade de oportunidades no sistema educacional brasileiro, exigindo um olhar atento sobre a acessibilidade [3].
O cenário atual reflete o desafio constante de integrar estudantes com deficiência em ambientes que, historicamente, apresentaram barreiras físicas, atitudinais e pedagógicas significativas para a plena participação discente.
A necessidade de suporte ao corpo docente é evidenciada pela complexidade do continuum de educação especial, que demanda estratégias pedagógicas específicas e adaptadas a cada categoria de deficiência encontrada em sala de aula [3].
Este trabalho propõe um exame sobre as práticas de ensino baseadas em evidências, avaliando como o design de tarefas pode ser otimizado para atender à diversidade de perfis cognitivos e funcionais dos estudantes.
A metodologia adotada baseia-se na análise qualitativa de diretrizes internacionais, adaptando conceitos globais para a realidade das redes de ensino brasileiras, visando a superação de obstáculos estruturais presentes no dia a dia escolar.
Ao longo dos capítulos, explora-se a definição das categorias de deficiência, a importância da formação de professores e a implementação de recursos de acessibilidade, culminando em recomendações práticas para a gestão educacional inclusiva.